Se você está buscando um novo mundo de fantasia para cair de cabeça e se deleitar com os elementos clássicos do gênero, você está no lugar certo!
Apesar de ser o primeiro livro do autor O Nome do Vento (2007), bastou para alçar Patrick Ruthfuss à fama. No mesmo ano do lançamento, sua obra ganhou uma Quill Award de melhor livro de Ficção Científica, Fantasia e Terror.
Entenda o porquê do sucesso...
A obra se passa no continente fictício de Temerant, que, se assemelha vagamente à Europa Medieval (algo comum em universos fantásticos).
Tudo tem início com Kote, o dono taciturno de uma hospedaria que vive junto ao seu assistente, Bast, em uma cidadezinha pacata do interior. Kote leva uma vida sem grandes agitações até que ele se vê salvando um de seus clientes de um monstro sobrenatural que o ataca.
Esse cliente, um escriba, logo reconhece Kote como Kvothe — o lendário espadachim, feiticeiro e músico que assassinou o rei e provocou a guerra que no momento aflige todo o continente.

Incentivado por Bast, Kvothe cede aos pedidos do escriba e promete contar a sua história em três dias, que corresponderiam aos três volumes da série A Crônica do Matador do Rei, da qual O Nome do Vento é o primeiro.
Assim, através de uma narrativa enigmática, poética e envolvente que esperaríamos de um bardo, Kvothe relata o começo de suas aventuras como membro dos famosos Edema Ruth, uma trupe viajante de atores e músicos.
Porém logo sua vida vira de cabeça para baixo quando uma tragédia atinge sua família, iniciando sua busca incansável por assassinos lendários praticamente esquecidos — e que não poupam ataques para permanecerem assim.

Essa busca leva Kvothe, agora um órfão pobre, à universidade de magia, onde chama atenção por seu talento e ganha amigos tão cativantes quanto ele, além de muitos inimigos que garantem um enredo repleto de reviravoltas.
Quase 20 anos depois do lançamento...
Aclamado pela crítica, Rothfuss lançou em 2011 a continuação da trilogia, intitulada O Temor do Sábio, que ficou em primeiro lugar na lista de bestsellers do New York Times.
Porém, desde então não temos nenhuma previsão para a chegada do terceiro dia da narração de Kvothe. Até mesmo a editora de Rothfuss já expressou sua frustração com a demora, afirmando que nunca leu uma palavra do novo volume. Então já se prepare para um baita de um cliffhanger! No entanto, mesmo que a trilogia nunca tenha um fim, vale a pena mergulhar nessa colagem de elementos fantásticos clássicos que é O Nome do Vento.
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