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# Análise : Call of Duty: Vanguard
- URL: https://nerdweek.com.br/analise-call-of-duty-vanguard/
- Published: 2021-11-25T14:00:00.000Z
- Updated: 2021-12-17T23:16:16.000Z
- Description: Call of Duty revisita a Segunda Guerra Mundial em Vanguard, narrando a história do seu próprio “Esquadrão Suicida
- Author: Luciano J.
- Tags: Call of duty: vanguard, Eventos, é bom?, vale a pena?, 2021

Call of Duty revisita a Segunda Guerra Mundial em Vanguard, narrando a história do seu próprio “Esquadrão Suicida

Call of Duty narrou a Segunda Guerra Mundial de forma primorosa em COD WWII, seu enredo focado no Dia D nos levou para a Normandia com a missão de por um fim ao Império Nazista, já Vanguard segue um padrão narrativo completamente distinto, ele beira uma antologia além de focar não nos acontecimentos durante a guerra mas nos personagens.

Vanguard conta a história da Força-Tarefa 1, um esquadrão com soldados das mais distintas nacionalidades e personalidades que tem uma missão secreta, desmantelar a Operação Fênix. O Esquadrão é liderado pelo Britânico Arthur Kingsley, sob seu comando está o australiano Lucas Riggs, a soviética Polina Petrova, o estadunidense Wade Jackson e o também britânico Richard Webb, cada um com sua especialidade e uma história para contar.

Contar histórias é uma arte, e o trabalho da equipe de COD: Vanguard foi muito bem feito, cada episódio traz ao jogador inúmeras camadas sobre os personagens, como o australiano Lucas que tem “problemas” com autoridades, e a arrogância do piloto estadunidense Wade Jackson. O destaque vai para a soviética Polina Petrova, sua história começa em um dos confrontos mais intensos e sangrentos da Segunda Guerra Mundial, a Batalha de Stalingrado (23 de ago. de 1942 – 2 de fev. de 1943), na minha opinião as melhores partes do jogo são quanto estava jogando com Polina, o que não tira o mérito dos outros personagens.

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O jogo nos apresenta mapas enormes e muito variados, pois ele percorre desde Berlin sob a tomada Soviética, o Outback australiano e florestas tropicais na costa do Pacífico, além da enorme variação de combate e armas, variando de acordo com o personagem que estamos no controle.

O modo história como um todo entrega um ótimo produto, boas histórias que fecham o ciclo. Um ponto a se destacar vai para a ideia de se pegar uma história real, no caso o regime nazista e recriar algo parecido com uma tentativa de impor um quarto reich após a morte de Hitler, algo bem The Man in The Hight Castle, mas sem as realidades alternativas.

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**Zumbis nazistas**

O modo zumbi, uma das marcas registradas de COD poderia ter ficado de fora, durante todo o tempo que joguei COD: Vanguard, o modo zumbi foi o que menos me apeteceu, apesar do modo co-op parecer interessante ele se torna maçante e repetitivo, algo a ser esquecido.

**Multiplayer**

É no multiplayer que o COD sempre brilhou, o jogo segue seus antecessores com um ritmo absurdo, é o famoso tiro, porrada, bomba e respawn, sua progressão é rápida e não frustra jogadores iniciantes e a cada novo nível novos equipamentos são desbloqueados, dando ao jogador suas merecidas recompensas por seu esforço no campo de batalha.

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Os modos multiplayer de COD:Vanguard segue como Mata-Mata, cada um por si e dominação, além dos novo modo, Patrulha.

COD: Vanguard mantém acesa a chama da paixão por FPS, e para um historiador, jogar durante a Segunda Guerra dá um prazer a mais, buscar as referências, pesquisar sobre os equipamentos e pessoas que foram inspiração para a criação dos personagens só trouxeram um gostinho a mais pelo jogo, sua campanha apesar de curta te prende em frente a tela, os personagens são